Valdemir Gomes
Em...
Um belo amanhecer...
Crepúsculo... Madrugada!
Sonhei, com minha amada...
Assisti minh’alma... Arrefecer!
Grande Arquiteto... Parecer!
Em seguida... Veredito!
Acordei feliz, num grito...
À vida, novo... Sentido!
Diante de tal, aludido...
Dava pinote, qual... “Cabrito!”
O sabiá da... Laranjeira!
Comandava, passarada...
Orquestra... Madrugada!
Despertava... Trincheira!
Da semana... “Quinta feira!”
Ano... Vinte, mês março!
Do tênis, ajustei... Cadarço!
Parti, rotineira caminhada...
Coração no peito... Batucada!
Ansiedade... Disfarço!
Mês escorre, feito... Água!
Desce serra... “Cachoeira!”
Saudade, como... Esteira!
Sucumbe, tristeza... Mágoa!
Rio, no oceano... Deságua!
Fecha o ciclo... Divino!
Talvez, sonho... Menino!
Não passe de... “Utopia!”
Com o tempo... “Atrofia!”
Falso líder... “Paladino!”
A sociedade... Mutante!
Cada momento... Novidades!
Companheirismo, solidariedade...
Quanto humano... intolerante!
Prepotente, asqueroso, arrogante...
Deixando aflorar... Vaidade!
Disseminando violência, inverdades...
Expelindo deselegante... “Repertório!”
Buscando plateia, auditório...
Não tem moral... “Credibilidade!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 09/04/2020
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
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