Valdemir Gomes
Nasce...
Um estimulante amanhecer...
Sol descortina... Montanha!
A passarada se assanha...
Cantarolando dá seu... Parecer!
A janela chega... Estremecer!
Lentamente abro... Fresta!
Beija flor se manifesta...
No jardim, lindo... Bailado!
Volta feliz... Alimentado!
Diante da ousada... Seresta!
No calendário, abril... Escorre!
Se muito apertar... “Espana!”
Começa nova... Semana!
Profissionais, médicos... Socorrem!
Nos hospitais gente... Morre!
São mínimas as... Estruturas!
As lagrimas, ninguém... Segura!
Cada um faz o que pode...
Se viram, pulam... Sacodem!
Lamentavelmente uma... Tortura!
As discussões de bastidores...
No final, chamas... Acendem!
Novas celeumas, não... Entendem!
Mas... Sempre os mesmos atores!
Sem conhecimento, fala... Horrores!
Adora chamar.... Atenção!
Tresloucado, em procissão...
Ignora o óbvio... Trivial!
A imprensa, cai de... “Pau!”
Recomeça verdadeira... “Felação!”
As projeções são... Remotas!
Ninguém entende... “Ninguém!”
Verdadeiro... “Vai e vem!”
Está virando... “Chacota!”
Num repente casos... “Brotam!”
As estatísticas... Crescendo!
De norte a sul... Morrendo!
Assim, segue triste... Roteiro!
Na política, um... Vespeiro!
Brasil, ladeira... “Descendo!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 14/04/2020
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
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