Valdemir Gomes
Para...
Onde caminha... “Humanidade!”
Uma pergunta sem... Resposta!
O que escrevo alguns... Gostam!
Às vezes, machucam... Verdades!
Mas... Excesso de promiscuidade!
Sociedade perde... Rumo!
Assim, vida sai do prumo...
Mundo, barco à... Deriva!
Povo, gado, comitiva...
Cadê amor, como... Insumo?
No mundo... Capitalista!
Só pensa no... Monetário!
Humano, simples... Operário!
Numa sociedade... Pluralista!
A situação... “Surrealista!”
Ninguém entende... “Ninguém!”
Neste imbróglio... “Vai e vem!”
Gestor sem rumo... Perdido!
Coitado do povo sofrido...
Descarrilou, velho... “Trem!”
Em direção ao... Nada!
País, à beira do abismo...
Está sobrando... Casuísmo!
Que vemos, equipe... Despreparada!
Por um bravateiro... Comandada!
Seguimos, a lugar... “Nenhum!”
Nos bastidores... “Zum, zum!”
Lares... Clausuras, tristezas!
Falta comida na mesa...
Cidadão liso... “Muçum!”
Grandes cidades... Desertas!
Comerciantes, tristes... “Falidos!”
Trabalhadores, infelizes... “Demitidos!”
A cada dia o cinto... “Aperta!”
A ciência... Nenhuma descoberta!
Corona Vírus, reina... Domina!
Situação, alerta, dispara... “Bina!”
É urgente encontrar... Saída!
População amedrontada, recolhida...
Em cacos, viola... “Desafina!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 29/04/2020.
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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