Valdemir Gomes
Hoje...
Acordei, realmente... Cedo!
Antes de raiar o dia...
Pai Nosso... Ave Maria!
Estes, meus primeiros enredos...
Depois... Envio torpedos!
Aos amigos... Acordados!
Um bate papo... “Acalorado!”
Fazem parte da rotina...
Sabiá... Desperta a bina!
Mais um dia... “Obrigado!”
Começo minha jornada...
Preparo o saboroso... Café!
Na preguiça... “Contrapé!”
Vou à luta... “Camarada!”
Cumpro solene... “Empreitada!”
Com carinho, muito... “Zelo!”
Ouço do próximo... “Apelo!”
Procuro fazer sempre parte...
Hasteio da paz... “Estandarte!”
Não sigo exemplo... Modelo!
Ouso fazer diferente...
Inovo, importante... Necessário!
Ignoro os insanos... Comentários!
Com coragem... Em frente!
Surgirão reatores... “Reagentes!”
Menosprezo suas atitudes...
Às vezes, rótulos xucros... “Rudes!”
A eles não dou... Ouvidos!
Falácias, balelas, ruídos...
Assepsia, elimino... “Grude!”
Para descrever o momento...
Registrar os tristes... Fatos!
Infelizmente, real relato...
Nada de fictício... “Invento!”
Importante... Discernimento!
Reconstruir, novo... “Ninho!”
Superar, eliminar... Espinhos!
No popular, ficar... “Esperto!”
Abolir o humano... “Deserto!’
Condimento... “Amor, carinho!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 30/05/2020.
INÉDITO
Idjahure Kadiwel está entre os primeiros indígenas a ingressar na carreira diplomática; com Essi Rafael, município passa a ter dois representantes no Itamaraty
ZONA RURAL
Equipamento foi levado da Fazenda Taboco na noite de domingo; caminhão suspeito de transportá-lo também foi localizado
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