Valdemir Gomes
Na...
Verdade a roda... “Gira!”
Procure ser... Elegante!
Alguns discursos, destoantes...
Rótulo desumano... Caipira!
Às vezes, peixe... Traíra!
Geralmente será... Batizado!
Paga caro, ter... “Lado!”
Infelizmente, isto... “Fato!”
A sociedade, é retrato...
Assim, o jogo... “Jogado!”
Em um mundo, excludente...
Desumano... Quem diria!
Ao defender, minoria...
Já vira, Naja... Serpente!
No popular, chapa... “Quente!”
Lamentavelmente... “Fritado!”
Saiba, proibido ter revelado...
Bando, cordeiros, sem... “Noção!”
Começa logo, perseguição...
Então, boi, gado... “Ferrado!”
O mundo em colisão...
Precisa reavaliar... “Feitos!”
Para o lixo, antigos conceitos...
É inusitada essa... Situação!
Isolamento, caminho, solução...
Poderosos, perplexos... “Pequenos!”
Projetos para latrina... “Dreno!”
Por arrogância paga... “Preço!”
Marco zero, recomeço...
Prova do próprio... “Veneno!”
Ao raiar de um novo dia...
Como as gotículas... “Orvalho!”
Distribua as cartas... “Baralho!”
Antes do pote, coloque... “Rudia!”
Saia de a clausura, abadia...
Esparrame no solo... “Semente!”
Como elo de ligação, corrente...
Faça sempre sua... “Parte!”
Hasteie bandeira, estandarte...
Atitude... Postura, coerente!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 03/07/2020
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
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