Valdemir Gomes
Após...
Longo período... Estiagem!
Finalmente, chuva... Veio!
Ventos fortes... Aperreio!
Às árvores, novas... Roupagens!
Poeiras não mais... Bagagens!
João de Barro retomou... Obra!
No vai e vem, belas... manobras!
Com carinho, muito... Jeito!
Tudo ficando, justo perfeito...
Pois, astúcia, tem... Sobra!
Porém, ruas... Andantes!
Escorregam rumo... Rio!
Seus lugares, ficam... Vazios!
Surgem crateras... Gigantes!
Num repente... Intrigante!
Gestores inócuas... Ações!
Verdadeiras... Enganações!
Simples, maquiagens... Apronta!
Então sessões, faz de conta...
Assim, não tem... “Condições!”
Parece cauda de... “Cavalo!”
Elas, crescem para... “Baixo!”
Jovens tristes... “Cabisbaixos!”
Perdem estímulos... “Embalo!”
À busca de emprego... “Calos!”
Esta insólita... “Realidade!”
Tem que mudar... “Cidade!”
Pois, aqui falta... “Trabalho!”
Grande descaso, ato falho...
Infelizmente, cristalina... “Verdade!”
A cidade que... “Queremos!”
Uma questão... “Consciência!”
Voto, liberdade... “Independência!”
Do contrário, mais... “Sofreremos!”
No próximo pleito... “Poderemos!’
Mudar rumo... “Trajetória!”
Grafar uma outra... “História!”
Disseminar, melhor... “Semente!”
Priorizar discursos... “Competentes!”
Afinal, temos... “Memória!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 21/08/2020.
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
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