Valdemir Gomes
A...
Nuvem espessa de fumaça...
Sobre o céu... Pantaneiro!
Segue o triste... Roteiro!
Vergonhosamente... Passa!
Um incômodo caminho... Traça!
Transportando, vergonha... Mágoa!
As plantas sequer... “Enxágua!”
Na vargem, chão... Esturricado!
Sem água, seco rachado...
Falta sob ele... “Anágua!”
Quando ambição... Floresce!
Inocentes pagam... Preço!
Desespero, principal... Adereço!
Animais sofrem... Padecem!
Queimadas, sol... Escurece!
Respirar, praticamente... Impossível!
Ambiente, insalubre... Horrível!
Paraíso, vira... Deserto!
Idiotas, acham-se espertos...
Suas atitudes... “Inadmissível!”
Finalmente, veio... Chuvas!
Digamos, solução... Paliativa!
Barco sem rumo à deriva...
Pois, vento não faz... “Curvas!”
Talvez, um tapa de luvas...
Serve como aviso... Alerta!
Oxalá, humano... “Desperta!”
Reveja, alguns... “Conceitos!”
O mundo ainda tem jeito...
Com atitude, tudo... “Conserta!”
Postura, causa... “Efeito!”
Chega de tanta... “Arrogância!’
Assistimos, excesso... “Petulância!”
Necessário rever... “Feitos!”
Ao destruir, próprio... “Leito!”
A vida corre... “Perigo!’
Quem elimina seu... “Abrigo!”
Cava, túmulo... “Sepultura!”
Preserve, natureza, cultura...
Grande Arquiteto... “Amigo!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 26/08/2020.
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
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