Valdemir Gomes
Estive...
Albergado no paraíso...
Logo ali em... Bodoquena!
Realmente vale a pena...
Encontrei, paz... Preciso!
A natureza tem selo... “ISO!”
Aposento às margens... Ribanceira!
Repousei ao som da cachoeira...
Orquestra da floresta... Alvorada!
Sabiá cantarolando para amada...
Ao pé do morro... “Trincheira!”
A noite chega mais cedo...
No seio da mata... “Densa!”
Qualquer comentário... Dispensa!
Animais, aves, humanos, não... “Medo!”
Pois, respeito mútuo... “Segredo!”
Cheiro suave da... “Terra!”
Onde beleza... “Desterra!”
Trilhas formigas... “Carregadeiras!”
Subindo, descendo... “Ladeiras!”
Nostalgia, infância... “Desenterra!”
O bailar do galho, acariciando... “Água!”
Com o vento, fazendo... “Acrobacia!”
A correnteza, suave... “Macia!”
Extirpa d’alma... “Mágoa!”
Oxigênio, num repente... “Desagua!”
Cumprindo a nobre... Missão!
Grande Arquiteto... “Interseção!”
Tudo, conforme... “Previsto!”
De perfeição um misto...
Stress verdadeira... “Descompressão!”
Ao deixar o ambiente...
Fauna e flora... “Agradecem!”
Bela catarse... “Acontece!”
Amor, desabrocha... “Semente!”
Entrelaçam elos... “Correntes!”
Mudam, posturas... “Conceitos!”
Ambos, cautela... “Respeito!”
Lágrimas, vertem... “Despedida!”
Um até breve na saída...
Vidas, deslizam... “Leito!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 01/09/2020
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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