Valdemir Gomes
Vou...
Escrever um enredo...
Tanto quanto... Complexo!
Saudade bate no plexo...
Vida mistérios... Segredos!
Na verdade, mete... Medo!
Num repente sai do prumo...
Às vezes, faltam... Insumos!
Mas, a lida... Continua!
São Jorge foge da lua...
Caipira, diz, assim... Drumo!
O poeta fica triste...
Ao assistir tanta... “Mazela!”
Gestor, arrogante... “Apela!”
Aponta dedo em... “Riste!”
Continuar no cargo... “Insiste!”
Porém, venceu sua... “Cota!”
Chega de piada... “Chacota!”
Eleitor, sábio dará... “Recado!”
Saída, será deletado...
Sonoro, não, como... “Resposta!”
Cidadão, esperto... Amadurecido!
Está em chamas... “Brasa!”
Mandará de volta... “Casa!”
Político arrogante... “Convencido!”
Equívoco de outrora... “Corrigido!”
Nem santo aguenta... “Promessa!”
Está velho, repertório... “Peça!”
De nada valerá... “Dinheiro!”
Povo, honesto, ordeiro...
Descarta quem samba... “Atravessa!”
Agora, chegou nossa vez...
Cansamos, tanta... “Maquiagem!”
Arrume, malas... “Bagagens!”
Deveria estar, vermelha... “Tez!”
Aparece, humilde... “Cortez!”
Começa sessão... “Tapinha!”
Quem cacareja... “Galinha!”
Chega, questão de... “Respeito!”
Oxalá... “Justo Perfeito!”
Farofeiro, acabou... “Farinha!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 09/09/2020.
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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