Valdemir Gomes
O...
Pantanal, belo... “Incólume!”
Num repente... Desapareceu!
Virou cinzas, peça... “Museu!”
Saudade, colorido... “Cardume!”
Hoje, fétido, cheiro... “Perfume!”
Cadáveres, expostos, toda... “Parte!”
Pais, filhos, fogo... “Aparte!”
Clarão, escala montanha... “Morros!”
Vidas, desespero, socorro...
Alguns, preocupados com... “Marte!”
Rio, antes... “Navegável!”
Seu leito, bancos... “Areia!”
Sem água, sangue... “Veias!”
Meio transporte... “Inviável!”
Prato indigesto, não... “Palatável!”
Gestor, braços... “Cruzados!”
Diz: “Temos que encontrar culpados!”
Muita falácia... “Pirotecnia!”
Bravateiro, não perde mania...
Diria Raul... “Tá tudo errado!”
Às vezes, estou... “Repetitivo!”
Mas, não mudo... “Repertório!”
Jamais, assistirei... “Velório!”
Grafo, minha marca... “Crivo!”
Poesia, estimulante... “Aperitivo!”
Não me canso, por... “Faço!”
Mil vezes, registro... “Refaço!”
Pois, assim, meu... “Jeito!”
Afinal, justo... “Perfeito!”
Ferramentas, esquadro... “Compasso!”
Descrevo, triste... “Realidade!”
Liberdade, amor... “Proclama!”
Como, minh’alma... “Chamas!”
Animais, perambulam... “Cidades!”
Mendigam, respeito... “Caridade!”
Por favor... “Encontrem saídas!”
Sem espaço, água... “Comida!”
Seguem ao rumo... “Nada!”
Essa tragédia, anunciada...
Imperativo, seja... “Revertida!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 19/09/2020.
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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