Valdemir Gomes
Na...
Retina íngreme... Saudade!
Dispara insólito... Calendário!
Importante, registrar... Diário!
Quanta falácia... Atrocidades!
Aflorando, bravatas... Inverdades!
O povo espera, saída... Atitude!
Gestor qual água... Açude!
Sem projeto, deveras... Impotente!
Digamos, inconsequente...
Ações remotas, inócuas... “Rudes!”
Proteção, seguro emergencial...
Claro, será interrompido!
Porém, não faz... Sentido!
Nos lares faltará... Principal!
Haverá uma crise, sem... “Igual!”
Pois, Corona Vírus... Matando!
Crianças, com fome... Chorando!
A regra, ficar em... “Casa!”
Necessidade, atormenta, arrasa...
Essa inércia, até... “Quando?”
Novas regras, determinam:
Vinte e duas, ninguém nas... Ruas!
Ficando, pió, pió, canta... “Perua!”
Todas as cidades, arriam... Cortinas!
A cada dia, situação... Arruína!
Autoridades avisam... Esperto!
O comércio, nenhum... Aberto!
Quem desobedecer... “Punido!”
Melhor ficar precavido...
Nosso estado, virando... “Deserto!”
Está chegando, natal...
Nada de festa... “Reunião!”
Realmente, preocupante... Situação!
COVID, tem Comorbidade... Fatal!
Paciência, caia na real...
Observe o que ciência... Determina!
Caso desobedeça, viola... Desafina!
Evite, mexer com... “Brasa!”
Reitero, fica em casa...
Calma, logo teremos... “Vacina!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 20/12/2020
FRONTEIRA
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