Valdemir Gomes
O...
Calendário tanto quanto... Apressado!
Registra do ano, último... Dia!
Graças a Deus, Virgem... Maria!
Todos os obstáculos ... Superados!
Mundo, sisudo... Acabrunhado!
Foram por água abaixo... “Projetos!”
Gestor, crise, governando... “Decreto!”
Deixando de fazer... Trivial!
Atitude insana, surreal...
Continua buscando, culpar... “Desafetos!”
Que na virada do ano...
Ao invés de fogos... “Orações!”
Existem mil motivos... “Razões!”
Para refazer seus... “Planos!”
Não peça, agradeça ao Soberano...
Por ter vencido todas... “Dificuldades!”
Com respeito carinho... “Humildade!”
Prepare, semeie... “Semente!”
Construindo caminhos convergentes...
Jamais, permita sucumbir... “Liberdade!”
Uma sociedade, diferente...
Construir, infelizmente... “Capaz!”
Retrovisor, olhando para... “Trás!”
Destruímos paraíso... “Ambiente!”
Povo, imediatista... “Indiferente!”
Fazendo, não pontes... “Muros!”
Ceifando, oportunidades... “Futuro!”
Juventude, produto... “Exportação!”
Aqui, isto é fato, constatação...
O que vemos, planos... “Obscuros!”
Situação vexatória... “Hilária!”
A decisão do atual... “Parlamento!”
Legislando, causa própria, belo aumento...
Aprovaram, surdina, vertical... “Sumária!”
Os munícipes, gado... “Braquiária!”
Carlos Drummond... “E agora, José?”
Vai aceitar, calado... “Mané?”
Avisei, não vende seu... “Voto!”
Baixou neles, capiroto...
Pois, essa vacina, dose... “Jacaré!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 31/12/2020
FRONTEIRA
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