Valdemir Gomes
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Um belo dia amanhece...
Sabiá imponente, segue... Rotina!
Comandando orquestra, não... Desafina!
Outras aves em coro... Agradecem!
Como se rezasse uma prece...
Quebrando, descortinando... “Madrugada!”
Fazendo festa para... “Amada!”
Das folhas, desprendem... “Orvalho!”
Feliz, saltitando de galho em galho...
No jardim, desabrocha, rosa... “Perfumada!”
Raios, sol penetram útero... “Montanha!”
Numa sensual, cópula... “Perfeita!”
Os animais assistem na espreita...
Escondidos em meio...”Entranhas!”
Nesta inusitada, façanha...
Suavemente, penetra... “Janela!”
À luta, João de Barro... “Tagarela!”
Retoma, construção... “Obra!”
Num vai e vem, frenéticas manobras...
Seus raios, bordam... “Aquarela!”
Neste ambiente, perfeito...
Agradecendo, inicio meu... “Dia!”
Peço permissão, Mestre... “Guia!”
Tratando o semelhante... “Respeito!”
Observando, antigo... “Aceito!”
A lida, um jogo... “Jogado!”
Em cumprimento ao... “Legado!”
Procurando fazer... “Parte!”
Hasteando da paz, estandarte...
Como sentinela... “Soldado!”
A esperança, renovada...
Precisamos agir... “Cautela!”
Evitando, celeuma... “Querela!”
Por favor, abaixe... “Espada!”
Arrogância, não leva a nada...
Tratamento, isonômico...”Igualdade!”
Semeando, amor... “Humildade!”
Não importa, credo... “Crença!”
Marque com sua presença...
Cristo, luz, vida... “Verdade!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 08/01/2021
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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