Valdemir Gomes
Preciso...
Entender os meandros da vida...
Armações, negociatas... Malucas!
Políticos metendo mão... “Cumbuca!”
Pobre, faminto sem... Saída!
Não tem renda, acabou... “Comida!”
Grande sofrimento... “Aflição!”
Mercado preço nas alturas... “Inflação!”
A quem pedirá, socorro... “Apelo!”
Pelo gestor tratado, tropa, sinuelo...
Oxalá, tenha aprendido... “Lição!”
COVID, segue matando...
Auxílio emergencial, sem... Prorrogação!
Ficando insustentável... Situação!
Pois, fábricas continuam... “Fechando!”
Nos lares crianças, fome... “Chorando!”
Regras, permanecem, fica... “Casa!”
Acabou sardinha, fogo... “Brasa!”
Perdura, bravatas... “Balelas!”
Subindo gás, vazia, panelas...
Violência, destrói famílias... “Arrasa!”
Janeiro, segunda quinzena...
Nada de novidades... “Projetos!”
Estado, toque, recolher... “Decreto!”
Como fazer mingau, sem... “Maisena?”
Trabalhadores, penúria... “Centenas!”
O que assistimos, enrolação... “Engodo!”
Governante, sabonete... “Lodo!”
Permanece levando, no... “Bico!”
Chupim, invade ninho, tico tico...
Parafraseando, malandro, passando... “Rodo!”
“De promessa, vive santo...”
Esse dito, verdade... “Absoluta!”
Executivo, vergonhosa... “Conduta!”
Cinismo, com cara... “Espanto!”
Aglomerações, pelos quatro... “Cantos!”
Mesmo discurso, buscando... “Culpados!”
Até a roda, diz ter... “Reinventado!”
Sua especialidade... “Chacota!”
Batizado de “Mito” pelos idiotas...
Tratamento ao povo, curral... “Gado!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 24/01/2021
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
Voltar ao topo