Valdemir Gomes
Mas...
Pelos gestores que temos...
Acreditar em preservação... Impossível!
Nas três esferas, vejam... Nível!
Impotentes, pouco... Podemos!
Pelos representantes que elegemos...
Estamos caminhando... Escuro!
Impossível, planejar... Futuro!
Têm verdades... Irrefutáveis!
Na realidade, somos responsáveis...
Ao invés de pontes, construímos... “Muros!”
Talvez, um acidente... Percurso!
Pelo gesto, Arminha... Hipnotizado!
Por fake News... Levados!
Nada de cordeiros, mas... Ursos!
Quando agimos por impulso...
Acontecem, lamentáveis... Tragédias!
De desserviços, coleções... Enciclopédia!
Não gestores, milicianos... Quadrilha!
Desfocados, nunca brilha...
Os factoides, belas...”Comédias!”
Ao final da caminhada...
Percebemos, estamos... Perdidos!
Nenhuma novidade, falcatruas... Alaridos!
Fomos de lugar, nenhum ao... Nada!
Caímos, fenomenal... Emboscada!
Triste, revoltante, fato... Realidade!
Acreditamos em falsas... Verdades!
Erramos, imaginem... Quanto!
Haja, lenço para enxugar prantos...
Marginais de alta... “Periculosidade!”
Claro, tudo isso, já sabia...
Não foi por falta de... Aviso!
Cascavéis mordem antes... Guizo!
Agora não adianta acionar... Maria!
Entramos em “barco furado, diria... ”
Liga não, toda tragédia... Reversível!
Com os nove dedos, é possível...
Reencontrar, solução... Caminho!
Transformando água em vinho...
Ele é o cara, outro... “Nível!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 27/03/2021
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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