Valdemir Gomes
A...
Pior coisa do mundo...
Um cidadão, ser... Pensante!
Diante d’um gestor... Meliante!
Tratado agitador... Vagabundo!
A cada minuto... Segundo!
Sonhando, propondo mundo diferente...
Sendo chamado... Inconsequente!
Com certeza, no mínimo... Isolado!
Colocando em prática, recado...
Tentando, semeando, melhor... “Semente!”
Digamos, uma atitude... Ousada!
Acreditando, sugerindo outro... Caminho!
Mesmo, estando... Sozinho!
Construindo, nova estrada...
Encontrando, arapucas... Armadas!
Destruindo, intransponíveis... Desafios!
Alçando à outra margem... Rio!
Desvendando, mistérios... Complexos!
Provando, não sendo, anexo...
Com certeza, sentindo... “Calafrios!”
Sempre destilando o que pensa...
Sendo como abcesso... Dreno!
Destilando ideias, jamais... Veneno!
Porém, sem reconhecimento... Recompensa!
Gestor, bandido, ficha... Extensa!
Até hoje, não sabe a que... Veio!
Isso, verbalizo sem... Receio!
Contra fatos, inexistem... Argumentos!
Vinte e oito anos no parlamento...
Quase nada, aprovado, histórico... “Feio!”
Procurando marcando... Território!
Mas, sem pirotecnia... Alarde!
Ao sonhador, nunca... Tarde!
Mantendo discurso... Repertório!
Tudo na vida... Transitório!
Claro, quanto a isso... Consciência!
Acreditando em quem duvida da ciência...
Seria um fato, escabroso... Hilário!
Não sou plateia de otário...
Uma questão de... “Experiência!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 01/04/2021
FRONTEIRA
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EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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