Valdemir Gomes
A...
Cada novo amanhecer...
Sempre o mesmo... Protocolo!
Orvalho desprendendo, acariciando... Solo!
Sabiá, imponente, registrando... Parecer!
Cantando, agradecendo... Nascer!
O sol, descortinando... Serra!
No curral, alvoroçado, bezerro... Berra!
No jardim, bailando... Abelhas!
Rosas, desabrochando, lindas vermelhas...
Vamos preservar, planeta... “Terra!”
A cada dia, grafando... Enredo!
Belo compromisso... Penitência!
Com dedicação, calma... Resiliência!
Como os passarinhos, acordando... Cedo!
Organizando, ideias... Torpedos!
Garimpando, registrando, fatos...
Reais, do dia a dia... Estratos!
Sugerindo, propondo... Saídas!
Respeitando todas, formas de vidas...
Desmistificando, descortinando... “Aparatos!”
Uma legião de leitores...
Cedo, acessam, minha... Coluna!
Necessário, nem sempre... Oportuna!
Mas, são imprescindíveis... Colaboradores!
Digamos, do alarme... Sensores!
Repassadores do meu... Grafado!
Assim, mantêm-se... Informados!
Porém, nem sempre... Concordam!
Como água, expandem, transbordam...
A eles, humildemente... “Obrigado!”
Todos os dias, ao acordar...
Agradeço ao Grande... Arquiteto!
Sendo dele, obra, projeto...
O cotidiano, costumo... Abordar!
Viajando ao passado, podendo... Recordar!
Sempre mantendo, mesmo... Estilo!
Marcando território, qual... Grilo!
Com cautela, garra... Tentáculo!
Grafando no meu tabernáculo...
Pirotecnias dos políticos... “Tranquilo!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 12/04/2021.
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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