Valdemir Gomes
Um...
Elegante sorriso... Natureza!
Banhado pelos primeiros raios... Sol!
Semelhante à beleza... Atol!
A luz acariciando... Sutileza!
Aos olhos, indescritível... Grandeza!
Matas preservadas na... Colina!
Sua sombra, vagarosamente... Descortina!
Quão maravilhoso, apreciar... É!
Mistérios, misturam-se à fé...
Grande Arquiteto, avaliza... “Assina!”
O rio contornando a serra...
Seguindo seu caminho, garboso...
Calmo, belo, imponente... Caudaloso!
Tornando fértil, no entrono... Terra!
Contido pelas margens, sem guerra...
Numa conexão, salutar... Perfeita!
Os peixes atentos, na... Espreita!
Das árvores, caindo frutos... Alimentos!
Belo, sacrossanto, momento...
Ao final, tudo, conecta... “Ajeita!”
Mas, ao adentrar... Cidade!
Matas ciliares... Desaparecem!
Esgotos, ruas, ao leito... Descem!
Presenciamos triste estado... Calamidade!
Dos tempos de piracema... Saudade!
Digamos, essa postura... Inconsequente!
Basta chuvinha, transbordamento...Enchente!
Bairros ribeirinhos... Alagados!
Moradores perdendo, tudo, desalojados...
Contaminando suas águas... “Poluentes!”
Temos que mudar, roteiros...
Cobrando, rígida... Legislação!
Margens, rearborizadas... “Reposição!”
Que restaurem, rápido... Ligeiro!
Abordar esse tema... Vespeiro!
Possível conciliar, preservação... Progresso!
Em nome de a vida... Peço!
Buscaremos convivência... Pacífica!
Registrando alerta, não crítica...
Haja petulância, hostil... “Retrocesso!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 23/04/2021
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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