Valdemir Gomes
O...
Povo segue se aglomerando...
Infelizmente, ignorando... Ciência!
Justificativa, acabou... Paciência!
Mesmo os gestores... Orientando!
Fiscalizações, eventos... Flagrando!
Pedir, alguns, não... Escutam!
Sofrerão punições... Multas!
Criando celeuma... Contenda!
Oxalá, que todos entendam...
Desobediência em mortes... “Resultam!”
É necessário rever conceitos...
Buscando convivência... Harmônica!
Clamor, mundial a tônica...
Seguindo o antigo... Aceito!
Palavra em voga... Respeito!
Prioridade, universal... Vidas!
As arbitrariedades... Contidas!
Depois, pensaremos... Econômico!
A todos, tratamento, isonômico...
Juntos, haveremos encontrar.... “Saídas!”
A passos lentos, vacinas...
População, sedenta... Ansiosa!
Porém, devagar, muito... Morosa!
Pelo visto, acendeu... Bina!
Afinal, quem manda... Determina?
Mais uma pergunta... Resposta!
Discorrer sobre o tema, não... Gosta!
Cansamos de esperar... Calados!
Seus discursos, desastrados...
Digamos, uma chibatada... “Costas!”
Agora, multidão de arrependidos...
Pela escolha, opção... Errada!
Autoestima deveras... Fragilizada!
Por fake news sendo... Agredidos!
Pelo gesto Arminha... Iludido!
Provando do próprio... Veneno!
Paciência, escorre... Dreno!
Faltando projeto... Competência!
A Cristo, pedimos, clemência...
Vacina, solução... “Antígeno!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 02/05/2021
FRONTEIRA
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EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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