Valdemir Gomes
Não...
Podemos assistir calados...
Dos serviços públicos... Desmonte!
Dissiparam a luz... Horizonte!
O povo entrou barco... Furado!
Pelo gesto Arminha... Hipnotizado!
Triste equívoco, pagamos... Preço!
Pobre perdendo casa... Endereço!
Na ribanceira, pendurado... Rapel!
O futuro, evaporou, Beleléu...
Mas, nunca tarde... “Recomeço!”
Construir uma nova sociedade...
Grafando o próprio... Destino!
Com vespeiro, estão... Bulino!
Ao discriminar, ignorar... Diversidade!
Entramos na contramão... Realidade!
Pelo visto, ódio como... Insumo!
Imprescindível rever conceito... Rumo!
Respeitando do outro... Espaço!
Mesmo que virtual, abraço...
Vida, voltando aos trilhos... “Prumo!”
O mundo está... Insalubre!
Álcool gel, máscara... EPIs!
Paciência, berlinda, por um tris...
Vivemos um momento... Lúgubre!
Mas, em breve voltará... Salubre!
Com cautela, retomaremos... Caminhada!
Sempre deixando, marcas... Pegadas!
Sem abdicar do... Projeto!
Mantendo humildade, discreto...
Obstáculos, películas... “Camadas!”
Iremos superar este momento...
Temos certeza, sairemos... Fortalecidos!
Ambição, egoísmo... Sucumbidos!
No humano, o melhor... Investimento!
Grande Arquiteto, pilar... Firmamento!
Muito otimismo, luta... Avante!
Sabemos, nada será como... Dantes!
Quanto a mudança... Dinâmica!
Visão diferente, panorâmica...
Gestor, bravateiro... Deselegante!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 07/05/2021
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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