Valdemir Gomes
Um...
Fato diria, inusitado...
Tanto quanto hilário... Pitoresco!
Mas, além de vergonhoso... Grotesco!
Meu patrimônio, pelo gestor... Danificado!
Fotografei o dano... Causado!
Solicitei que tomasse... Providência!
Ao responsável, dei... “Ciência!”
Recebi visita do... Representante!
Certamente, entendeu... Insignificante!
Quanto descaso... “Incompetência!”
Acidente, sinistro... Involuntário...
Porém, dano precisa ser...Corrigido!
Mesmo de pequena monta... Acontecido!
Imagina se fosse ao contrário...
Eu causasse prejuízo ao... Erário!
Com certeza seria... Penalizado!
Claro, no mínimo... Intimado!
Obrigado a reparar... Estrago!
Nada de desculpas, afagos...
Às barras da justiça... “Levado!”
Essas barbaridades, anormal...
Morador, nada, além... Contribuinte!
Portanto, por regra ignorado, acinte...
Assim, seguindo desrespeito... Ritual!
Uma afronta, vista... Trivial!
Cobrar direitos, taxado... Arruaceiro!
Reafirmo, jamais, mudarei... Roteiro!
Exijo que seja reparado... Corretivo!
Com diplomacia, não agressivo...
Apenas, autêntico, correto... “Verdadeiro!”
Ao fato, darei publicidade...
Basta de ser pelo... Desrespeitado!
O estrago, terá que ser consertado...
Digamos, com urgência... Celeridade!
Tratamento, isonômico... Reciprocidade!
Não importa, tamanho... Monta!
Governante que desdenha... Afronta!
Saiba, seu mandato... Temporário!
Cometendo erros, primários...
Templos à virtude, não... “Levanta!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 18/05/2021
FRONTEIRA
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EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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