Valdemir Gomes
Como...
Deveras, lindo... Maravilhoso!
Abrir portas, destrancar... Portão!
Pelo amigo, afago... Recepção!
Animal, lindo altivo... Charmoso!
Na verdade, um sorriso, carinhoso...
Demonstração de respeito... Afago!
Amor, felicidade, um trago...
Seu latido amigo, arrefece... Coração!
Depois, pelas frestas do portão...
Os maus pensamentos... “Apago!”
Em oração, agradeço, Grande Arquiteto...
Preparando o café, à... Lida!
Manhã, especial afetuosa... Colorida!
À luta, colocando em prática... Projeto!
Diário Oficial, novo... Decreto!
Haverá menos recursos... Saúde!
Fake news, bravateiro...Rude!
Mudando regras, defendendo... Prole!
Mais esse sapo, povo engole...
Pro lixo, princípios básicos... “Virtude!”
Estamos descendo, ladeira...
Diante de comandante... Incompetente!
Sem noção, despreparado... Incoerente!
Sempre pela tangente... Ribanceira!
Desconhece, filtro... “Três peneiras!”
Sua especialidade, encrenca... Arruaça!
Calma, quatro anos, logo... Passa!
Em vinte e dois, mudaremos... Enredo!
Ufa! De volta, “Os nove dedos...”
Vulcão, dissipará, cinzas... “Fumaça!”
“Cães ladram, a carruagem, passa...”
Este dito, fato real... Verdadeiro!
Cansamos de aplaudir... “Trambiqueiro!”
Que o poder, embriaga... Cachaça!
Bandidos. Extirparemos, essa... “Raça!”
Daremos ao voto, mais... Valia!
Contamos nos dedos os... Dias!
Com certeza, seu chá... Coando!
Não tem postura, comando...
Solte, cajado, você, não... “Guia!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 21/05/2021
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Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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