Valdemir Gomes
De...
Repente surge empecilhos...
Que comprometem... Caminhada!
Recomeçar deixar... Pegadas!
Pois, estrela não perde... Brilho!
Recolocar as coisas nos trilhos...
É mais que necessário... Urgente!
Ao recompor elo, corrente...
Diria, reinventar... Preciso!
Perfeição tem selo, ISO...
Renovando, fazendo... “Diferente!”
Os obstáculos do caminho...
Obrigando, buscando... Saídas!
Coragem, não existe batalha... Perdida!
Visto, ninguém, feliz... Sozinho!
Aparando arestas, espinhos...
Compondo os desafios... Diários!
Ao cometer erros, primários...
Mudando de rumo... Roupagem!
Refazendo, renovando, bagagem...
Do sistema, somos todos... “Usuários!”
A sociedade, dinâmica...
No popular, roda... “Gira!”
Nessa gangorra, põe... “Tira!”
Do universo, visão... Panorâmica!
Pobre, a situação econômica...
Sempre, escrachando... Realidade!
Sob a luz de a... Verdade!
Grande Arquiteto, não... Abandona!
Os fatos, virão à tona...
Dos nove dedos... “Saudade!”
O ano segue, escorrendo...
Já estamos em pleno... Maio!
COVID, atingindo, feito... “Raio!”
Trabalhador, emprego... Perdendo!
País, literalmente, serra... “Descendo!”
O gestor, não apresenta... Projeto!
Pelos cotovelos, falando... Desafetos!
De fato, esquecendo suas... Obrigações!
Nos valores, promovendo, inversões...
A cada dificuldade, edita... “Decreto!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 23/05/2021
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