Valdemir Gomes
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Um ano sem as festas Juninas...
De norte a sul, quebrou... Protocolo!
Burlar as regras, assumirá... Dolo!
Haverá punição, acenderá... Bina!
Pandemia, ajuntamento, não combina...
Portanto, muita calma... Cautela!
Vida com saúde, é linda... Bela!
Usando máscara, mantendo... Distanciamento!
Necessário, para atravessar, momento...
Visto, temos números assustadores... “Tela!”
Tudo, uma questão... Prioridade!
Neste momento, importante... Vacina!
Felizmente tecnologia, ciência... Domina!
Momento de controlar... Ansiedade!
Estancar esse mal, urgente... Necessidade!
Numa outra oportunidade... Festa!
Um fato preocupante, ninguém... Contesta!
Essa tempestade, logo... Passa!
Provocando desconforto, fumaça...
Agora, tempo de aparar... “Arestas!”
Esta difícil, insalubre, travessia...
Infelizmente, como parte... Percurso!
Não resolve, falação... Discurso!
Fake news, mentiras... Azia!
Acreditar nesse bravateiro, fria...
Haveremos de encontrar... Caminhos!
Povo comendo ovo, ele picanha... Filezinho!
Quando copo enche demais... Transborda!
Mas, gado com fome, acorda...
Da rosa, ao trabalhador... “Espinhos!”
O mundo todo apreensivo...
É preciso, paciência... Cautela!
Se fechou a porta, abre... Janela!
Grande Arquiteto, dará... Crivo!
Errou, refaça, projeto... Corretivo!
Afinal, a lida segue... Frente!
Não rompendo, o elo... Corrente!
Estamos fadados ao... Sucesso!
Da felicidade, adquira, ingresso...
Continue espargindo, melhor... “Semente!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 12/07/2021
FRONTEIRA
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EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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