Valdemir Gomes
O...
Mês segue insensível, escorrendo...
COVID, às olimpíadas... Ameaça!
Acredito, tempestade, logo... Passa!
Na dificuldade, sempre... Aprendendo!
Com cautela, turbulência... Vencendo!
Momentos de dificuldades... Tensão!
Cada dia, um aprendizado... Lição!
Quanto ao gestor, bravata... Lambança!
Na retina d’alma, sonho, esperança...
No Palácio, incompetente... “Fanfarrão!”
Sempre saindo pela tangente...
Qualquer ameaça, troca... “Troca!”
Ao povo... “Mamadeira de piroca!”
Mas, têm seguidores... Contente!
Pois, adora ser... Subserviente!
Parece, vendado, não enxerga... Abismo!
Cardápio, fake news... Casuísmo!
Situação, vergonhosa... Deprimente!
Às mazelas, desatento, indiferente...
Gesto Arminha, pirotecnia... “Cinismo!”
Incontáveis empresas, falindo...
Trabalhador sem renda... Emprego!
Em torno do dirigente, baba... “Pelego!”
Suas, patacoadas, deveras... Encobrindo!
Como de praxe, pela tangente... Saindo!
Jaz País, continental... Soberano!
Ousa gerenciar, sem projeto... Plano!
Para o cargo, não... Habilitado!
Diria a comediante: “Óh, coitado!”
Viramos água, entramos pelo... “Cano!”
No calendário, segundo... Semestre!
Para complicar, tempo... “Geada!”
Algumas lavouras, perda... “Afetada!”
Combustível, nas alturas, calçada... “Pedestre!”
Pseudo Mito, doutro... “Extraterreste!”
Falso moralismo, levou a barco... “Furado!”
Pobre de direita, sem opção... “Desalentado!”
Pelo visto, literalmente, na... Sarjeta!
No semáforo, tentando descolar, gorjeta...
Avisei, porém, ignorou... “Recado!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 29/07/2021
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