Valdemir Gomes
Ainda...
No silêncio sepulcral da madrugada...
Do leito, calmamente... Despertando!
Água na leiteira, café... Preparando!
No “Hora Um” televisão... Ligada!
Notícias, segue gestor... Patacoada!
Em seguida, poema... Publico!
Movimentando, o corpo, estico...
Preparando para iniciar... Caminhada!
Ligando, cronômetro, pé na estrada...
De animais mortos, asfalto... “Rico!”
Dentro do possível, vida segue...
Indiferente a tudo, flor... Desabrocha!
Governo das vítimas, vilipendia... Debocha!
Com discurso sem nexo... Bregue!
Pelo amor de Deus... Sossegue!
No popular, estamos de saco... Cheio!
Ao invés de propor solução... Rodeios!
Pobre semelhante, cachorrinha... “Nabunda!”
Enquanto isso, barco afunda...
Até agora, não disse a que... “Veio!”
É preciso, necessário... Devassa!
Ao eleitor, bom senso, auto... Crítica!
Extirpando alguns bandidos... Política!
Destrói o tecido social, feito... Traça!
Ignorando, tratando, cidadão... “Massa!”
Levando no bico, semelhante... “Cegonha!”
Palavras de efeito, patriotismo... “Assanha!”
Sem nenhum controle, a miséria... Avança!
Dia após dia, renova, lambança...
Povo tratado, como boi... “Piranha!”
Quanto aos serviços públicos prestados...
Não atendem do povo... Necessidade!
Burocracia, fila, não... Resolutividade!
Servidores, sem condições... Sacrificados!
Serviços essenciais, sendo... Terceirizados!
Parlamento, palavra em voga... Privatização!
Mentiras, desculpas, mote... Chavão!
Contribuinte, sendo deveras... Lesado!
Em evidência, o velho ditado:
Se alguém gritar, “Pega ladrão...”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 20/08/2021
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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