Valdemir Gomes
Assim...
Começa então, setembro...
Mês das flores...Primavera!
Infelizmente, pantanal, cinzas... Tapera!
Tempo sisudo, como agora, não... Lembro!
Da sociedade, responsável, cada membro...
Nosso estado, está em... Chamas!
Animais, vítimas, sentem... Drama!
Quanto ao gestor... Promiscuidade!
Sabia, essa estiagem, realidade...’
Porém, falta projeto... “Programa!”
Mas, tudo isso, era previsto...
Não existe luz, no... Horizonte!
Órgãos públicos, derriça... Desmonte!
Um caso sério, triste... Sinistro!
Não resolve, a troca... Ministro!
Esta atitude, virando ato... Corriqueiro!
Planície, cinzas, enorme... Cinzeiro!
A floresta Amazônica... Derrubada!
Enquanto isso: “Vamos passando boiada...”
Sob o comando da orquestra... “Bravateiro!”
Até quando vamos assistir...
Nossos direitos, sendo... Dilapidado!
Impossível permanecer, calado...
Diria, não podemos... Permitir!
Palavra de ordem... Reagir!
Tudo na vida, questão... Respeito!
São Landmarks... “Antigo aceito!”
Ao povo, gado, faltando... Ração!
Exigimos, resolutividade, solução...
Não sabe como, desocupa moita... “Sujeito!”
“Desconhece a liturgia do cargo...”
Verdade: “Esse fato... Irrefutável!”
Especialista em transformar pobre... “Miserável!”
Reitero: “Única solução... Embargo!”
Cansamos de degustar, restos... “Amargo!”
COVID, continua ceifando... Vidas!
Imperativo encontrar, caminhos... Saídas!
Povo cabisbaixo, evaporou... “Alegria!”
Gesto Arminha, loyalty, fria...
Cadê a tão propalada... “Terra prometida?”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 01/09/2021
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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