Valdemir Gomes
O...
Mês sorrateiramente... Escorrendo!
Já estamos na primavera...
Estação que alegra... Galera!
Jardim, belas plantas... Florescendo!
Visita de beija-flores. Abelhas... Recebendo!
Aos olhos um lindo... Bailado!
A magia da vida... Polinizado!
Diria, um sacrossanto... Momento!
Ao retirar, néctar, alimento...
Compromisso com a vida... “Formalizado!”
Porém, no âmbito do governo...
Temos gestor, truculento... Bravateiro!
Administrando sem projeto... Roteiro!
Não tem nada escrito...Caderno!
Ainda se intitula... Fraterno!
País, um barco sem... Rota!
Está desconectado da... Frota!
Estamos cansados de mentiras!
Parece sabonete, muçum, traíra...
Diante do mundo, viramos... “Chacota!”
Sem música, contribuinte... Dança!
Nos lares, faltando comida... Insumo!
Semelhante tropa, sem polaqueiro... “Rumo!”
A cada dia, nova... Lambança!
Sepultando o futuro... “Criança!”
Realmente frente ao mundo... Vexame!
Vangloria-se: “Não fiz... Exame!”
Quanta vergonha... Cidadão!
Tirou da panela, arroz, feijão...
Ao gado, curral, cercado... “Arame!”
Felizmente, no próximo ano...
Mudaremos destino, através... Voto!
Os pingos nos is, lógico... “Boto!”
Com certeza haverá... Planos!
Cansamos do eu bato, sopro... “Abano!”
Tudo na vida, causa... Efeito!
Apesar dos pesares, ainda... “Jeito!”
Analisar o currículo... “Segredo!”
Estará de volta, nove dedos...
Importante, avaliar, rever... “Conceitos!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 29/09/2021
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Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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