Valdemir Gomes
Sob...
O manto obscuro... Pandemia!
Pessoas se isolam, não visitam...
De solidão, paixão, almas... Gritam!
Acreditamos, haverá melhores... Dias!
Assim, voltam a se encontrar, Josés... “Marias!”
Saem das clausuras, onde... Isolados!
Estatística, reais números... Dados!
Registrados nos livros... “História!”
Mudança de rumo, trajetória...
Uma questão de valores, certo... “Errado!”
Oxalá, que volte à normalidade...
Retorno ao aconchego... Convivência!
Isolamento, desastrosa... “Experiência!”
Saltitando no peito... Saudade!
Realmente, esta triste... Realidade!
O coração do poeta, evidente... Judia!
Oxente! “Credo em cruz, ave... Maria!”
Viver nesse sombrio... “Clima!”
Até a poesia perde a rima...
Sobraram escombros, destroços... “Avaria!”
Continuo otimista, acreditando...
Em breve normalidade... Rotina!
Essa melodia, fúnebre... “Desafina!”
Felizmente, povo segue... “Vacinando!”
Idosos, terceira dose... Tomando!
Nos lares, retorna calma... Sossego!
Os casais, intimidade... “Chamego!”
Mas, continua morrendo... “Gente!”
Gestor, insensato, promíscuo, imprudente...
Cercado por bajuladores... “Pelegos!”
Acessórios, ainda, obrigatórios...
Álcool gel, máscara... “Distanciamento!”
Após vacina, fique precavido... Atento!
Evitando aglomeração... Auditório!
Pois, mortos sem cerimonial... Velório!
Claro, triste realidade...”Recorrente!”
Famílias, ruptura elo... “Corrente!”
Incontáveis, órfãos... “Multidão!”
Realmente, é de cortar, coração...
Diante dessa tragédia... “Impotente!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 22/11/2021
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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