Valdemir Gomes
Nas...
Curvas íngremes do tempo...
Vou grafando, fatos... História!
Acionando arquivo da... Memória!
Vamos atuando, registrando... Atempo!
Mesmo diante de imprevistos, contratempo...
Vejo políticos saindo, pela... Tangente!
Fugindo, escamoteando, indiferente...
Às vésperas das eleições... Aparece!
Aos eleitores, migalhas, oferece...
Assim, retornando ao mandato... “Novamente!”
Precisamos agir com cautela...
Em respeito as gerações... Futuras!
Ao trabalhador, faltando, mistura...
Infelizmente, está vazia... Panela!
Diante de um gestor, despreparado, tagarela...
Continuando agindo, com... “Indecência!
Está esgotando, nossa... “Paciência!”
Pelo visto, descarrilou de vez... “Trem!”
Semelhante à rede, engana, “Vaivém...”
Sem noção, questionando... “Ciência!”
Como, revoltante tecer comentários...
Pela situação, sinistra... “Vigente!”
Ao eleger um falso... Incompetente!
Depois, ao acordar, tratamento... “Otário!”
Desnudado em público, fora... Vestuário!
Deveras, situação, triste... “Deprimente!”
Ele, escamoteando, saindo... “Tangente!”
Sempre culpando seus... “Antecessores!”
Implementando a política dos horrores...
Transformando, pobre, miserável... “Indigente!”
Um bando de idiotas, gado...
Continua endeusando, chamando... “Mito!”
Virando pau, sustentando, pirulito...
Realmente, pegando bonde... “Errado!”
Pois, esse insolente, bravateiro, aloprado...
Transformou o Brasil, País do... Tinha!
Quando questionado, perdendo... “Linha!”
Exala, verborreia, falando... “Merda!”
Por omissão, meu filho, nada herda...
Entrou no saco, virou... “Farinha!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 27/11/2021
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