Valdemir Gomes
Inicia...
O mês de fechamento... Dezembro!
País, continua sem... Perspectiva!
Gestor, nada de projeto... Iniciativa!
Momento obscuro, semelhante, não lembro...
Sua equipe, despreparados... Membros!
Puxando a brasa, para... “Sardinha!”
Transformando o Brasil... “Do tinha!”
Infelizmente, uma triste... Realidade!
Lamentável, falta de capacidade...
Ouvimos nada além, cocoricó... “Galinha!”
As reuniões de bastidores...
Muita bravata, nada... Decide!
A moral, bons costumes... Agridem!
Realmente, desqualificados... Interlocutores!
Em curso, plataforma... Horrores!
O salário, não sobe... “Vintém!”
Poder de compra, evaporando... “Xerém!”
A cada esquina, pedinte... Mendigo!
Movimentações dos políticos, sigo...
De um desequilibrado, povo... “Refém!”
O povo, apesar dos pesares... “Otimista!”
Dispensa e panelas, nada... “Vazias!”
Desgoverno, em sonrizal, dando... “Azia!”
Trabalhador perdendo todas... “Conquistas!”
Brigas, discórdias, intermináveis... Lista!
Os mandatários, seguem... Indiferentes!
Não existe, ninguém sensato... Coerente!
Propostas, piada de mau gosto... “Brincadeira!”
Literalmente, estamos “Descendo ladeira...”
Metamorfose: “Pobre, mutação... Indigente!”
Mudança de rumo, postura...
Cobrando dos legisladores... Atitude!
Punição a esse, bravateiro... Rude!
Aquele que pedidos de... Segura!
Provocando desentendimento... “Fissura!”
Cansamos de pirotecnia... “Balacobaco!”
Vida da sociedade, destroçada... “Caco!”
Reitero: “ A gestão, a serviço... Prole!”
Reafirmo: “Sabor amargo, último gole...”
Estamos virando farinha... “Saco!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 01/12/2021
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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