Valdemir Gomes
De...
Maneira sutil, discreta, ousada...
Continuo grafando registrando... Fatos!
Da sociedade, simples... Estrato!
Importante, deixando... “Pegadas!”
Muitas pessoas sendo, usadas...
Por interesse, escorchantes... Alheios!
Alguns abusados, nem fazem... “Rodeios!”
A cada dia, nova patacoada... Lambança!
Extirpando de forma sumária, futuro criança...
Nesses desequilibrados, colocaremos... “Freios!”
Impossível permanecer passível... Calado!
Quanta tragédia, desencontro... Desmando!
A população, pergunta, até... “Quando?”
Iremos aceitar sermos... Enganados!
País, “Água de açude... Parado!
Sem nenhuma perspectiva... Vida!
Trabalhador, sem emprego... “Comida!”
Vivendo à beira, falência... “Perigo!”
Agora marquises, casa, endereço, abrigo...
É imprescindível, encontrar... “Saída!”
A cada dia, amanhecer...
De pé, “À ordem, vou... Luta!”
Quem a voz do coração, escuta...
Claro, faz a vida... Acontecer!
Grande Arquiteto, aprova... “Parecer!”
Porém, respeitando do semelhante... “Crença!”
Encarando a turbulência, intensa...
Deixando expresso... Repertório!
Abominando, plateia auditório...
Fazendo parte, sem pensar... “Recompensa!”
No popular: “A roda... Gira!”
Diante de as dificuldades... “Atitude!”
Deixando explícito: “Não fim... Ataúde!”
Jogo da lida: “Eterno, põe... Tira!”
Esse bravateiro... “Confiança, não inspira!”
Infelizmente, “Isto é fato... Irrefutável!”
Suas bravatas, realmente... “Inaceitável!”
Aos outros países, vexame... “Vergonha!”
Cidadão, nem dorme, quiçá, sonha...
Sempre fazendo questão... “Desagradável!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 13/12/2021
FRONTEIRA
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EDUCAÇÃO
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