Valdemir Gomes
Um...
Sorriso inocente, criança...
Temos o compromisso de... Manter!
Para isso, esse desgoverno... Reverter!
Pois, cansamos de assistir... Lambança!
Por aqui, só miséria... Avança!
Mas o bravateiro, permanece... Calado!
Diria, Silvio Brito: “Tá tudo... Errado!”
Realmente no popular... “Fuboca!”
Assistimos, um explícito, troca, troca...
Lamentavelmente, como gado...”Ferrados!”
“ Se correr, o bicho pega...”
Esse dito, antigo, em... “Voga!”
Brasileiro, desalentado, tomando... “Boga!”
Para justificar, pandemia... “Alega!”
Em águas revoltas, povo... “Navega!”
Na mesa, faltando... “Insumo!”
Diminuindo, bruscamente... Consumo!
Está desprovido de alimento... “Comida!”
Estamos sem oriente, saída...
Na verdade, sociedade, saiu... “Prumo!”
O parlamento, submisso, cabisbaixo...
Nos bastidores, acordos... “Negociatas!”
Esta postura, envergonhando... “Primatas!”
Quanta deselegância... “Esculacho!”
Como cauda de cavalo... “Para baixo!”
Nossa dignidade, soberania... “Aniquila!”
O gestor, seu veneno... “Destila!”
Estamos em liquidação, fim... “Feira!”
Quanto mau gosto, brincadeira...
Brasil, passos largos, fim... “Fila!”
Sepultando sem velório, nossos... “Sonhos!”
Infelizmente, uma fragrante... “Verdade!”
Governante exalando besteirol... “Incapacidade!”
No popular, diria, deveras... “Bisonho!”
Interrupção do mandato, proponho...
Cansamos dessa, inversão...”Valores!”
Basta de conchavos, nos... “Bastidores!”
Sabemos, não se governa... “Projeto!”
Vergonhoso o tal orçamento, secreto...
Propiciando consumação, política... “Horrores!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 22/12/2021
FRONTEIRA
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EDUCAÇÃO
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