Valdemir Gomes
Não...
Preciso rever meus... Objetivos!
Desvirtuar os que acreditam... Ciência!
O atual gestor, excesso... Incompetência!
Ao analisarmos, não passa... Crivo!
Parece último gole do aperitivo...
Perante o mundo estamos... Envergonhados!
Colhemos insignificantes... Resultados!
Aplaudido por insignificantes... Vassalos!
Relinchado como destoante cavalo...
Quem acreditou, literalmente... “Ferrado!”
Mas, questionar o sistema...
O esclarecido, sofre... padece!
Bolsominios, número de defensores... Decresce!
Está instalado o triste... Problema!
Diria, impossível discutir... Tema!
Em frente barreiras... Estacas!
De prontidão, um bando... Babaca!
O sexto sentido, logo... Assanha!
Na realidade, cardume. Piranhas...
Nos hospitais, esteira de pacientes... “Macas!”
Nem sempre nova rota... Traço!
Chutar o balde, claro... “Isolado!”
Bando de idiotas, segurando... Cajado!
Eliminando, obstruindo... “Espaço!”
À essas regras, questiono... Embaço!
Pois, sendo, livre de bons... “Costumes!”
Subo a montanha, escalo... “Cume!”
Aos seus pseudos, defensores... Critico!
Trabalhadores, subemprego, bico...
País, em tragédia, claro... “Resume!”
Sempre saindo pela tangente...
Estudando, analisando... História!
Quanto ao gestor, insignificante... Trajetória!
Falso, profeta, deveras... “Incompetente!”
Está sobrando joio, nessa... Semente!
Oxalá, que os pseudos, defensores... “Aprenda!”
Sem emprego, desprovido... “Renda!”
Vivendo literalmente, na... “Berlinda!”
Pelo visto, não acordou, ainda...
Esses alienados, permanecem... “Venda!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 03/01/2022
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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