Por...
Ser eu justo, perfeito...
Evito disputar com outro... Espaço!
Sem apologia, poemas... Faço!
Assim, que possível, revejo... Conceitos!
Abominando rivalidade, não aceito...
Porém, sempre seguindo... Balada!
Do gestor, denunciando... Patacoadas!
Com simplicidade, tento fazer... Parte!
Hasteando bandeira, estandarte...
No mundo insalubre, seguindo... “Toada!”
Muitas vezes, sendo questionado...
Por pensar diferente, pagando... Preço!
Sempre deixando marcas... Adereços!
Com licitude, dando meu... Recado!
Deveras, otimista, claro, tenho lado...
Por conseguinte, defendendo... Repertório!
Abominando plateia... Auditório!
Tendo orgulho de tudo... Faço!
Aconchegante, tríplice, fraternal, abraço...
A vida, de experiência... “Somatório!”
Ao buscar ser a diferença...
Com certeza, tributo... Caro!
Porém, como cão sem perder... Faro!
Na verdade, você, é o que... Pensa!
Ajudando sem exigir... Recompensa!
A vida, grande lavoura... Plantio!
Ao ser consciente, polêmico... Arredio!
Sempre haverá desafetos... Inimigos!
Enxergar o mundo além, umbigo...
É ocupar todo espaço... “Vazio!”
A cada dia a mais, um... Menos!
Enfim, assim, a verdadeira... Matemática!
Realmente, cheia de mistérios... Emblemática!
Quanto ao fim, nada... Sabemos!
Porém, do que plantamos... Colhemos!
Esta realidade, um fato... Irrefutável!
Sejamos corteses, solicito... Amável!
Da vida, regando flores... jardim!
Sabemos, o ataúde, não o fim...
Mesmo bandido, humano... “Recuperável!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 15/01/2022