Valdemir Gomes
Vou...
Propor uma nova rota...
Apesar de causar... “Fissura!”
Quando o povo quer, ninguém segura...
Pois, com o voto soberano, tira... “Bota!”
Inadmissível, pouco caso... “Chacota!”
Mesmo querendo trilhar... “Caminho!”
Sem essa, pelo voto... “Jeitinho!”
Não temos nenhum medo... “Mudança!”
Mas, sem revanchismo, vingança...
Nada de poluir, contaminar... “Espinho!”
Iremos reescrever a história...
Propondo um final diferente... “Feliz!”
Extirpando todo o mal pela raiz...
Respeitando do semelhante... “Trajetória!”
Não nos assusta, reatores... “Escória!”
Mesmo assim, jamais, ficamos... “Calados!”
Chega de humanos, água... “Parados!”
Cansamos desse descaso... “Maldade!”
Em prática, a lei da reciprocidade...
Sem essa, de como irracional... “Tratado!”
Uma nova sociedade... “Possível!”
Diante de tanta celeuma... “Fissura!”
Temos que agir com lealdade... “Lisura!”
Porém, sem afrontar, perder... “Nível!”
Toda ação destoante é reversível...
Apesar de tudo, mudamos... “Rumo!”
Agora temos outro condimento... “Insumo!”
Somos cidadãos livres... “Soberanos!”
Nada de sujeira para baixo do pano...
Como desafio: “Colocar o País... Prumo!”
Nessa tarefa, todos unidos...
Depois, iremos comemorar... “Resultado!”
Através do voto, bravateiro, extirpado...
Podemos dizer: “Nem tudo... Perdido!”
Temos que servir, para... “Servido!”
Até por quê: “Roda não... Reinventa!”
“Do lado mais fraco, corda... Arrebenta!”
As ruas estão infestadas... “Pedintes!”
Nem sempre, dez e dez, vinte...
Nesse molho, exageraram... “Pimenta!”
Poema; Valdemir Gomes dos Santos 25/05/2023.
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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