Valdemir Gomes
Sempre...
Que tentamos sugerir, mudar...
Somos pelos gestores, deveras... “Barrados!”
Diante do sistema, ignorado...
Às vezes, tratados de... “Bipolar!”
Realmente, procura-nos... “Vilipendiar!”
A realidade, nunca vem... “Tona!”
Surgindo o “Bate, sopra... Abana!”
No popular, somos jogados... “Escanteio!”
Ao tentar agir, sem celeuma, rodeios...
Parafuso, se muito aperta... “Espana!”
Nesse momento, nos sentimos pequenos...
Muitos acreditam em mentiras... “Fofocas!”
Tem gente que no coração, maldade, estoca...
Vida escorrendo, sem ter... “Dreno!”
Somos ignorados, nada de afago, aceno...
Acabamos sendo vitimas de falsos... “Aludidos!”
Num repente, nossos feitos... “Esquecidos!”
Numa acintosa, inversão de... “Valores!”
Todo o resto, amargo, sabores...
No popular: “Nossos planos... Perdidos!”
Sem aparentes motivos, razões...
Na realidade, envolvido... “Fofocas!”
Aquele que maldade na prática, estoca...
A cada dia aprendemos novas... “Lições!”
Para tumultuar, surgindo, ilações...
Dessa forma: “Normalidade, perde... Rumo!”
Sendo ignoradas ferramentas: “Nível... Prumo!”
Acaba, misturando, joio... “Semente!”
Quebrando assim, o elo, corrente...
Da nossa bagagem, evapora... “Insumos!”
Somos cercados observados por reatores...
Que injetam veneno em nossa... “Veia!”
Na moral, bom costume saracoteia...
Tornando-se da fissura... “Promotores!”
No popular: “Fofoqueiros agitadores...”
Prestando ao coletivo, real... “Desserviço!”
Esquecendo-se do verdadeiro... “Compromisso!”
Não avaliando a consequência do que... “Diz!”
Nada além de humano, perdiz...
Todo o imbróglio, desvendando... “Derriço!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 11/09/2023.
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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