Valdemir Gomes
Quero...
Ouvir a voz estridente da madrugada...
Umedecida com a suavidade... “Orvalho!”
Superando de vez os atos, falhos...
Deslizando nas curvas suaves... “Amada!”
Dessa maneira, deixando, saciada...
Mesmo sabendo que haverá... “Empecilhos!”
Mas, colocando os desejos nos... “Trilhos!”
Sem perder entendimento... “Passageiro!”
Porém, cumprindo as regras do roteiro...
Sabemos: “Xerém, subproduto... Milho!”
Num repente, desaparece a infância...
A vida, discretamente... “Escorre!”
Todo excesso, embriaga... “Porre!”
Porém, não poderemos perder... “Elegância!”
Chega de agirmos com... “Arrogância!”
A maior das virtudes... “Humildade!”
Melhor ainda, quando... “Cumplicidade!”
Às vezes, somos invadidos pelo... “Tédio!”
Para isso, difícil encontrar remédio...
Melhor tratamento, encarar... “Realidade!”
Para atrair novos aliados, parceiros...
A eles, teremos que propiciar... “Espaço!”
Símbolos da retidão: “Esquadro compasso...”
Muitas vezes, precisamos refazer... “Roteiro!”
Para isso, assanhamos enxame... “Vespeiro!”
Importante ser precavido... “Metódico!”
Nem sempre o trivial será... “Lógico!”
Mas, teremos que respeitar... “Estilo!”
Nem sempre o que parece é aquilo...
Tem gente deveras diferente... “Gótico!”
Vamos pensar sempre no coletivo...
Para isso, organizaremos... “Bagagem!”
Nossa existência, emocionante... “Viagem!”
Porém, durante o percurso... “Corretivo!”
Sem nenhum faz de conta, paliativo...
Queremos um mundo salubre... “Todos!”
Abominamos falcatruas... “Engodos!”
Mas, tudo na lida, tem... “Conserto!”
Para isso, vamos controlar o aperto...
A gente abomina: “Passando... Rodo!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 05/05/2026.
FRONTEIRA
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EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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