Esportes
Presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Max Mosley pretende estar nos paddocks do Grande Prêmio de Mônaco, programado para o dia 25 de maio. É a primeira vez que o dirigente vai aparecer publicamente após a divulgação de um vídeo no qual ele participa de uma orgia com temática nazista ao lado de cinco prostitutas, no final do mês de março.
Porém, de acordo com o jornal britânico The Times, as equipes já estão se preparando para receber a "visita". Segundo a publicação, os donos das escuderias e executivos de empresas patrocinadoras vão evitar ao máximo aparecer ao lado de Mosley, o que inclui até a presença de "informantes" para avisar sobre a aproximação do presidente da FIA.
O jornal afirma que a maioria das figuras importantes da categoria estão irritadas com a história e gostariam que Mosley renunciasse ao cargo, apesar de poucas admitirem isso publicamente. Para elas, o escândalo, prejudicou a imagem da Fórmula 1.
A "brincadeira" de Mosley já fez com que ele tivesse sua presença no Bahrein, país que recebeu uma etapa da Fórmula 1 em 6 de abril, vetada pela família real local. O staff do Rei Juan Carlos, da Espanha, e do primeiro ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, também se precaveram contra uma possível aparição surpresa de Mosley nas corridas destes países.
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