dothCom Consultoria Digital
Publicado em 12/12/2009 às 19:25
Atualizado em 10/09/2026 às 13:55
Música, poesia, comidas típicas, cinema, dança e teatro, além de oficinas e degustação de comidas típicas. Todas estas manifestações poderão ser vistas e apreciadas até este domingo, dia 13, no "Festival Culturas Populares", uma ação do Pontão de Cultura Guaicuru em parceria com o Programa Cultura Viva, do Ministério da Cultura e realizado com apoio da Fundac, Prefeitura de Campo Grande e Projeto Vivo. Conta com a colaboração da Feira Livre Central, Mercadão Municipal e Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso.
As atividades são realizadas nos seguintes locais: Pontão de Cultura Guaicuru, Praça Ary Coelho, Feira Livre Central, Armazém Cultural e Mercadão Municipal. O evento revela a face de um Brasil rico em sua regionalidade, costumes e tradições. Foi aberto na última segunda-feira (07.12) e que se estende até domingo, dia 13.
Com temas pertinentes aos Pontos de Cultura, são temas das oficinas: a) Edição de vídeo em softerware livre, ministrada por Angel Luis (DF), produtor e editor audiovisual, que tem por objetivo avançar na utilização das técnicas de vídeo em programas livres. Planejamento financeiro, organização contábil e prestação de contas que tem como objetivo de orientar os Pontos de Cultura e demais interessados na organização da parte burocrática de uma gestão.
A arte da tradição oral, saberes e fazeres dos mestres, é o que os participantes conhecerão na Pedagogia Griô, ministrada por Márcio Caires, do Pontão de Cultura Ação Griô Nacional, de Lençóis, Bahia. Os conceitos desse universo, em que a sabedoria popular é preservada por homens e mulheres que valorizam a rede de transmissão oral, que contemplam o conhecimento através da oralidade. As vagas são limitadas e as atividades são gratuitas.
O Festival reúne grupos que contemplam os Pontos de Cultura de várias regiões do país, assim como manifestações típicas de algumas localidades. Campo Grande acolhe a sabedoria Griô, do Pontão de Cultura Ação Griô Nacional; a força dos Tambores do Tocantins; o ritmo pantaneiro do Chalana de Prata; a dança do Siriri Cururu, de Mato Grosso; as saias rodadas do Camalote; a curiosa Dança da Ema, dos indígenas terenas; o ritmo afro-brasileiro da banda Mukando Kandongo; a simplicidade e riqueza da viola de cocho, de Corumbá; a irreverência e alegria da música nordestina de Beirão; entre outras manifestações.
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