Pantanal
Nilza rapidamente se tornou uma fã fiel, se apaixonando pela beleza exuberante retratada na novela
A novela Pantanal foi e continua a ser um fenômeno que mudou não só a teledramaturgia brasileira, mas a vida de milhões de pessoas que foram inspiradas pela história de Juma, uma das famílias que teve o rumo de suas vidas alterado graças a novela foi a de Nilza Oliveira.
Na época em que Pantanal passou pela primeira vez em 1990, Nilza rapidamente se tornou uma fã fiel, se apaixonando pela beleza exuberante retratada na novela, por isso, quando seu marido, Otacílio Oliveira, recebeu uma proposta para trabalhar como analista contábil em Mato Grosso do Sul , na cidade de Bodoquena, meses depois do fim da novela, e embora não tivesse muito animado pela oferta, sua esposa rapidamente se interessou.
(Arquivo pessoal)“Um dia meu marido chegou para mim e disse que queriam transferir ele para Bodoquena. Perguntei onde ficava a cidade e ele falou que ficava perto de Miranda. Aí eu disse ‘Miranda? Pantanal? Aquidauana? Eu quero!”, contou Nilza, de 59 anos, ao Campo Grande News.
Para decidir o impasse, a família viajou até Bodoquena em outubro de 91’ e Otacílio ainda assim, preferia residir em São Paulo, “Ele não queria ficar, mas eu disse que queria vir. Então no dia 1º de abril de 1992 a gente veio”, concluiu Nilza, que antes da mudança trabalhava no Tribunal de Justiça de São Paulo como concursada.
A família mudou com suas duas filhas e residiu na cidade por seis anos, até que tiveram que voltar à cidade da garoa, só retornando ao pantanal em 2003, na cidade onde vivem até hoje, e quanto a arrependimentos, Nilza diz não ter nenhum e até hoje defende sua decisão em insistir na mudança graças a novela.
(Arquivo pessoal)“Apesar de eu nunca ter visto uma onça pintada de perto, já vi uma onça parda no meu sítio e também outros animais. Não me arrependo nenhum minuto de ter vindo para cá” conta ao Campo Grande News.
As filhas do casal puderam crescer chamando a linda paisagem do pantanal de casa, e contam como o remake da novela se tornou algo emocionante para a família, uma delas, a psicóloga Alinne Oliveira, de 34 anos, conta a emoção que é ter seu lar transmitido para o Brasil. “A gente conhece Aquidauana, Miranda, Corumbá. Fizemos passeio de chalana no Rio Paraguai e saber que tudo isso que está sendo mostrado para o Brasil fez parte da minha infância é muito interessante”,finaliza Alinne.
Educação
Texto publicado por O Pantaneiro sobre o artista indígena Dhoze Terena foi utilizado em questões de língua portuguesa; Exame de Seleção acontece neste domingo
Luto
Dona de casa deixa cinco filhos; velório acontece na capela da Pax Universal
Voltar ao topo