Comunicação
Serviço de radiodifusão terá fim educativo, com sinal transmitido de Brasília
O MCom (Ministério das Comunicações) autorizou o Serviço de Radiodifusão Sonora em FM (Frequência Modulada) para a Marinha do Brasil, em Brasília, no Distrito Federal, com fins educativos. A portaria foi publicada nesta segunda-feira, 1, no DOU (Diário Oficial da União).
A rádio FM funcionará na frequência 76,5 MHz e a previsão é de beneficiar quase três milhões de pessoas. Na portaria, assinada pelo ministro das Comunicações, Juscelino Filho, consta que o funcionamento da estação de rádio está condicionado à autorização para o uso da radiofrequência e emissão de licença de funcionamento.
Para Juscelino, a autorização permitirá que ainda mais brasileiros tenham acesso a uma programação educativa e de qualidade, que já é oferecida pela MB em todo país. “É muito importante valorizar o papel de rádios com missão educativa. É assim que ajudamos a fortalecer o acesso à informação e à formação de pessoas”, disse Juscelino.
Radiodifusão Sonora em FM
Em transmissão FM, as ondas de rádio mudam em frequência, de 76 MHz a 108 MHz, a partir do sinal de áudio, ao invés de variar em amplitude, como na AM (modulação de amplitude).
Por isso, a FM possui qualidade de áudio mais clara e livre de interferências – o que possibilita acesso integral à programação das rádios, independente do caráter: comercial, educativo e comunitário, por exemplo.
Depois de autorizado o serviço, órgãos e entidades devem observar os prazos para obtenção da autorização de uso da radiofrequência, por meio da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e solicitar o licenciamento da estação.
Solicitar serviço de radiodifusão
Para enviar ao MCom uma manifestação de interesse em executar serviço de radiodifusão, é preciso seguir algumas etapas, que constam nesta página.
Eleições 2026
Primeiro turno ocorrerá no dia 04 de outubro e o segundo turno, onde houver, no dia 25 de outubro; uma das principais regras mantidas para este ano é o horário unificado de votação
Mãe presta homenagem
Marlene Ricardi de Souza recorda a trajetória da filha, marcada pelo amor a Aquidauana, à ciência e à educação; Grazielly morreu em março de 2021, após lutar contra a covid-19
Voltar ao topo