Indígenas
Ipedi é um instituto que surgiu em 2012 e beneficia comunidades com ações educacionais, culturais e socioambientais
O trabalho desenvolvido pelo Ipedi em comunidades indígenas do Pantanal, especialmente, Miranda foi tema de um curso de línguas na cidade peruana de Arequipa, no mês passado. Os alunos da professora Tayná Gonçalves, brasileira do curso de línguas do centro cultural que reúne, em sua maioria, acadêmicos da cidade de Arequipa, conversaram especialmente sobre o projeto Kalivono.
“Havíamos lido sobre a situação da língua terena e o atlas das línguas indígenas da Unesco, que classifica a língua como ‘seriamente em perigo’. Então, os alunos comentaram a importância que o projeto Kalivono tem para a comunidade terena", explicou, uma vez que o livro didático é voltado para as crianças e ajudar a revitalizar a língua e manter os saberes culturais do povo terena. "Segundo os alunos, a nossa discussão sobre o trabalho do Ipedi possibilitou que eles se informassem e se conscientizassem sobre o assunto (a situação línguas indígenas), então, comentaram que, da mesma forma, o projeto pode ajudar no MS e no Brasil a conscientizar as pessoas”, disse a professora Tayná.
“Além disso, destacaram a importância que os registros escritos (no caso, o livro) têm na manutenção dos saberes, da cultura indígena”, completou.
Projeto – Ipedi é um instituto que surgiu em 2012 e beneficia comunidades com ações educacionais, culturais e socioambientais em Mato Grosso do Sul.
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