Policial
Em mais uma operação na Colônia Penal Agrícola de Campo Grande, onde 506 presos cumprem pena em regimes aberto e semi-aberto, e envolveu cem policiais militares novas apreensões foram feitas. Problemas crônicos da unidade prisional foram constatados novamente. A operação pente-fino identificou que 16 presos não estavam na lista da unidade, ou seja, são foragidos. Além disso, foram encontrados sete aparelhos celulares, seis carregadores, doze trouxinhas de pasta base, um porção de maconha e ainda, oito facas sendo um "chuço" - arma artesanal.
Cerca de 20 agentes penitenciários reviraram as celas. Nelas, também foram encontradas cinco ferramentas, um aparelho CD de automóvel. Duas motocicletas pertencentes a internos que estavam com restrições na documentação por falta de pagamento de impostos foram apreendidas. Embora as operações pente-fino sejam rotineiras, conforme informações da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), as repetições das irregularidades põem em xeque a situação prisional do local.
O pente-fino foi uma das medidas encontradas para barrar a fuga de detentos apontados como protagonistas de crimes fora da unidade prisional. "O local não oferece segurança e está totalmente vulnerável", disse ao Midiamax um policial militar que participa das constantes blitze policiais nas unidades prisionais.
A Sejusp disponibilizou grande aparato para a operação. Além da equipe conhecida como Tropa de Choque - CIGCOE (Companhia Independente de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais), policiais militares dos quatro batalhões da cidade e também a cavalaria deram apoio ao pente-fino que começou às 4 horas e terminou por volta das 9h30min.
AMOR E RESPONSABILIDADE
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MOMENTO HISTÓRICO
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