Policial
Policiais do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), arrolados como testemunhas do caso que julga Lindemberg Alves pela morte de Eloá Cristina Pimentel, afirmaram ter havido um disparo do acusado antes da invasão do apartamento onde a jovem foi mantida refém em São Bernardo, no ABC Paulista.
Segundo o depoimento dos três, tomado no Fórum de Santo André, Lindemberg disparou seu revólver calibre 32 antes que a porta do apartamento fosse arrombada. Daylson Moreira Pereira, Maurício de Oliveira e Mário Magalhães Neto prestaram depoimentos rápidos, de no máximo 15 minutos cada.
Lindemberg acompanha depoimentos, que seguem durante toda a tarde e devem durar até a noite, algemado. Ele almoçou três lanches de presunto e queijo e uma jarra de suco de maracujá.
DESPEDIDA
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MEIO AMBIENTE
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