Policial
Pode demorar meses até que fique pronta a análise dos fragmentos de ossos encontrados em um terreno, na saída para São Paulo e que podem ser do menino Luiz Eduardo Gonçalves, de 11 anos, o "Dudu", desaparecido desde dezembro de 2007. A informação foi dada esta manhã pela coordenadora geral de perícia, Ceres Ione de Oliveira Maksoud.
Ela afirma que o pedaço de osso encontrado junto com outros materiais, como madeira, é muito pequeno e não permitiu que fosse avaliado se pertencia a um adulto ou a uma criança. Ela disse que sequer é possível saber se o fragmento de osso é humano ou de algum animal. Ceres afirma que serão usados todos os recursos para descobrir a origem dos fragmentos de ossos. Um deles é a avaliação do DNA.
Os ossos foram entregues ao setor de perícias no dia 15 e o próprio médico legista que fez as primeiras avaliações informou que nesta quinta-feira haveria um resultado. Ceres afirmou que nada ficou confirmado e que os resultados serão informados apenas ao secretário de Justiça Pública, Wantuir Jacini. Apesar de não ter confirmado, a perita não descartou que os ossos possam ser do menino Dudu.
Na terça-feira a Polícia Civil divulgou nota informando que não se pronunciará sobre o caso até que esteja completamente esclarecido. Não foi dado um prazo para isso.
Caso Dudu - Dudu desapareceu na noite do dia 22 de dezembro de 2007 e, segundo testemunhas, a última pessoa que esteve com ele era o ex-padrasto Aparecido Bispo da Silva.
Dois meses após o desaparecimento investigadores já haviam entregue um relatório à Polícia Civil informando que o garoto foi visto na área onde somente agora foram encontrados os fragmentos de ossos. Um chacareiro da região confirmou ter visto Cido e Dudu no local.
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