Policial
A Polícia Federal investiga para quem os irmãos Eduarte e Everaldo Dias Leite pagavam propina para conseguir explorar serviços públicos em Ponta Porã e Rio Brilhante. Donos de empresas de limpeza pública, de coleta de lixo e de transporte escolar, os irmãos são investigados em duas operações da PF - Owari e Brothers.
Em uma conversa gravada pela Polícia Federal, uma pessoa de Prefeitura de Rio Brilhante, usando celular cadastrado em nome da prefeitura daquela cidade, avisa Everaldo Dias que o cheque está pronto, mas que o "chefe" quer conversar com ele. No dia seguinte, usando o mesmo telefone, a pessoa fala para Everaldo procurar o chefe de Gabinete João Carlos (Barbosa Moraes).
Situação semelhante, segundo a PF, ocorreu em Ponta Porã. Em conversa com o irmão Eduarte, Everaldo afirma que o dinheiro tinha sido liberado, mas estava com medo de ir buscar e "ser mordido".
Em outra conversa, o empresário Gilmar Corbari, de Ponta Porã, também preso na semana passada pela PF, diz a Everaldo Dias Leite que havia pago "pedágio" a funcionários públicos. A PF diz que há indícios de que seriam servidores estaduais.
DESPEDIDA
Velório reuniu familiares, amigos e moradores na Pax Universal; artesão morreu aos 72 anos
MEIO AMBIENTE
Restrição começou nesta quinta-feira na bacia do Paraguai; período segue até 28 de fevereiro de 2027
Voltar ao topo