Policial
Acusado, de 19 anos, levou a vítima ainda viva para área rural e utilizou equipamentos de corte para tentar despistar polícia
A Polícia Civil concluiu na quinta-feira, 6, as investigações sobre o assassinato cruel do jogador, de Hugo Vinícius Skulny Pedrosa, de 19 anos, em Sete Quedas. O acusado, de 19 anos, levou a vítima, ainda viva, para a área rural e utilizou ferramentas para cortar o corpo.
A coletiva de imprensa, nesta sexta-feira, 7, revelou que Hugo havia ido a casa da ex-namorada, de 21 anos, quando viu ela e o autor juntos, na noite do dia 24 de junho. Houve uma discussão, quando o acusado sacou uma pistola e atingiu Hugo. Caído, os dois levaram a vítima com vida para o sítio. Duas testemunhas, amigos do acusado, viram o crime e foram ouvidos.
Na casa, o jovem deu mais dois disparos e matou a vítima, quando decidiram cortar o corpo. Para a polícia, as pistas indicam que a morte foi premeditada.
Buscas
Hugo saiu de casa no dia 24 de junho para ir a uma festa próximo a um posto de combustível na entrada da cidade. No dia 25, a família procurou a polícia, pois não era costume do jovem sair e não avisar, quando as buscas começaram.
A Delegacia de Sete Quedas fez levantamentos preliminares sobre os fatos e começou a trabalhar com a hipótese de homicídio.
Foi solicitado o apoio operacional/investigativo da DEFRON (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira), montando uma força tarefa para a elucidação dos fatos, em seguida, outras forças de segurança, como a Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Polícia Científica se juntaram à Polícia Civil, para a realização de buscas com o objetivo de localizar onde o corpo da vítima teria sido ocultado.
Após dias de busca, no último domingo, 2, foram encontradas partes do corpo. A identificação inicial foi confirmada por uma tatuagem que ele tinha na perna, que teria sido feita em homenagem ao pai. As buscas de demais partes encerraram na terça-feira, 4. 
Com a identificação dos autores do homicídio qualificado com ocultação de cadáver, a delegada titular da Delegacia de Sete Quedas, Lucélia Constantino de Oliveira em conjunto com o Delegado Marcos Werneck da DEFRON, representaram a prisão temporária dos envolvidos e na segunda, a namorada se apresentou na delegacia, com um advogado e ficou presa.
No dia seguinte, o sítio e a casa da mulher foram periciados, onde foi constatado grande quantidade de sangue. A polícia realizou simulação do crime. 
Prisão
Os amigos testemunhas foram ouvidos e a ex continua presa. Já o acusado está foragido, com mandado de prisão expedido pela justiça.
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