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Investigação

Mãe de acusada de assassinar e esquartejar jogador pode ser presa

A mãe da acusada Rúbia Joice pode ser presa e ficar atrás das grades junto com a filha

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Noemi Matos de Oliver,  de 40 anos, mãe de Rúbia Joice de Oliver Luvisetto, 21 anos, que matou e esquartejou o jogador Hugo Vinícius Skulny Pedrosa, 19 anos, em 25 de junho deste ano, pode ser presa por ordem da Justiça em Sete Quedas. A investigação dá indícios de que ela teria envolvimento na ocultação do cadáver do ex-genro.

Segundo o Topmidianews, o pedido de prisão preventiva partiu do Ministério Público Estadual e vale também para o companheiro dela, Patrick Eduardo do Nascimento, padrasto de Rúbia. Os dois teriam ajudado a esconder vestígios do assassinato e esquartejamento da vítima, que teve o corpo jogado no Rio Iguatemi, em Sete Quedas. 

Em alguns depoimentos, consta que a Noemi, que tem casa em Corpus Christi, no Paraguai, teria lavado roupas sujas de sangue usadas pelos suspeitos. Ela também ficou em silêncio ao saber do crime e determinou aos demais que ficassem calados.  

No entanto, o juiz em substituição da comarca, Mateus da Silva Camelier, analisou somente a situação de Rúbia, que estava com a prisão temporária – de 30 dias, prestes a vencer, na terça-feira, dia 1. O magistrado converteu a prisão temporária em preventiva, alegando que há risco de fuga e prejuízo às investigações caso seja mantida solta. 

A permanência de Noemi e Patrick em liberdade vai depender da análise do magistrado, que não tem prazo, mas, conforme o pedido já está em fase final de apreciação. 

Os envolvidos no caso são: a própria Rubia; Danilo Alves Vieira da Silva, 19 anos; a mãe de Rúbia, Noemi Matos de Oliver, 40 anos; Patrick Eduardo do Nascimento, 32 anos, padrasto de Rúbia; e Cleiton Torres Vobeto, amigo de Rubia e de Danilo.

Ainda segundo o Topmidia, apenas a defesa de Rubia se manifestou e garante que ela é inocente. O espaço está aberto aos demais citados.

Entenda o caso 

Na madrugada de 25 de junho, Rubia, Danilo, Cleiton e a própria vítima, estavam em uma festa em Pindoty Porã, lado paraguaio da fronteira.  

Alguns depoimentos são controversos, mas a maioria dá conta que depois do festejo na fronteira, Rubia levou Danilo e Cleiton para a casa dela, em Sete Quedas. 

O jogador Hugo Vinícius teria sido atraído para o local. Ainda conforme uma das falas dadas à polícia, Rubia teria empurrado o jogador para fora de casa e Danilo dado um tiro na cabeça dele, na porta da residência. Minutos depois, diz a investigação, Danilo e Cleiton colocaram o jogador em uma picape, que é de Rúbia, e foram à beira do rio lançá-lo nas águas. 

No entanto, a investigação diz que o corpo foi jogado na água, mas não afundou. Sendo assim, foi recolhido e picado em vários pedaços para sumir.

No retorno à cidade, os envolvidos lavaram carros, casa e roupas, além de combinarem dar a mesma versão à polícia.

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