Política
dothCom Consultoria Digital
Publicado em 23/05/2009 às 12:32
Atualizado em 10/09/2026 às 13:54
"É um país muito pobre, com um povo muito amável, parecido com o brasileiro, por gostar de música, cultura e ser alegre". A afirmação é da senadora Marisa Serrano, vice-presidente nacional da Executiva do PSDB, que participa de visita a Cuba desde a noite de quarta-feira (20). A viagem encerra no domingo (24). Marisa, o secretário-geral do PSDB, deputado Rodrigo de Castro (MG), e os deputados Antônio Carlos Pannunzio (SP) e Bruno Araújo (PE) são os integrantes da comitiva do PSDB que foi convidada pelo Partido Comunista de Cuba para conhecer o país, a fim de estreitar os laços de cooperação bilateral.
A senadora afirmou que a experiência com a viagem foi boa e que é interessante ampliar as parcerias entre Brasil e Cuba, especialmente nas áreas de saúde e educação. "Cuba evoluiu bem na área de saúde. Os cubanos realizam um trabalho científico que vai engloba uma cadeia inteira. Fazem o levantamento das doenças, a pesquisa, a produção de medicamentos e por fim a comercialização", comentou Marisa ao sair do Pólo Científico de Biotecnologia de Cuba, na quinta-feira (21).
No mesmo dia, os parlamentares tucanos visitaram o presidente da Comissão de Relações Exteriores do Parlamento Cubano, Ramón Pez Ferro. Na visita de cortesia, eles conversaram sobre a situação do País e o que aconteceu ao longo desses 50 anos da Revolução. Em seguida, o grupo se encontrou com o vice-ministro de Relações Exteriores, Alejandro Gonzalez. A conversa girou em torno dos comentários sobre o embargo econômico que a Ilha sofre desde 1959.
Na sexta-feira (22), a senadora e os deputados brasileiros se encontraram com o chefe do departamento de Educação, Roberto Montezano. Marisa acredita que não há muita diferença entre a evolução da educação no Brasil e em Cuba ao longo dos últimos 50 anos. "Eles evoluíram bastante e nós também". O grupo ainda visitou o Ministério da Economia e o Comitê Central do Partido Comunista Cubano (PCC). Os tucanos foram acompanhados em Havana pelo chefe do Departamento de Relações Internacionais do PCC, Fernando Remirez de Estenoz e o chefe da Seção de Análises do PCC, Hector Fraginal.
O governo cubano tem interesse em ampliar a cooperação e as ações de solidariedade com o Brasil por meio de ações que envolvam partidos políticos, instituições governamentais e não governamentais e o meio acadêmico.
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